segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

GENTE ESQUISITA


Dizem que todo mundo tem um pouco de louco e, isso é tão verdade que ninguém é cem por cento normais, perfeito.
Certo dia entrei num Shopping Center em Curitiba para fazer umas compras e, fui até o banheiro. Deparei com uma cena, que, sem dúvida, vai ficar na história: um sujeito de terno e gravata enfiava seu dedo no reto e, pior do isso: cheirava e lambia seus dedos melecados e, como se não bastasse ainda ria pra si mesmo de frente ao espelho. Fiquei pensando: que espécie de criatura seria aquela? Será que o sujeito tinha vermes, as tradicionais bichas em seu reto? Cheirou e lambeu por quê? Porque suas lombrigas queriam algo diferente? E por que ria pra si mesmo de frente ao espelho? Talvez porque achou engraçada esta atitude de louco, demente e retardado. Sabe-se lá. Dos animais, creio que não existe outro mais porco do que o cachorro, pois, este bicho chega a trocar um osso de peru por um cheirinho de reto.
Conheci um sujeito, por sinal, muito rico que, depois de velho, resolveu matar uma curiosidade dos tempos da adolescência em que as pessoas as apelidaram de louquinho. Ele queria saber quantas pulgas vivas cabiam numa vasilha de plástico sem tampas. Então, foi rever seu compadre pobre feito um vesgo faminto e, lá, na casa da miséria total, o que mais tinha era pulgas. Ele delicadamente, com os dedos pega uma por uma das pulguinhas, sem machuca-las e tenta encher a vasilha. Ficou indignado porque quanto mais pulgas ele colocava na vasilha, menos pulgas tinha. Quer dizer: as pulgas pulavam fora, seu louco. Foi aí que sua mulher Lara Vinícius o internou num hospício e, desfrutou momentos afortunados com o compadre Alfredo, o ex-vesgo. Eta, compadre de sorte.
Certa vez, um sujeito fez uma sessão de tiros em sua casa, assustando os vizinhos, em especial, as crianças. O povo, antes de ligar à polícia, ligou para mim, porque o sujeito era meu paciente. Ele estava indignado com o excesso de pernilongos alojados em sua casa. Nem a dedetizadora conseguiu deter esses voadores; simpatias diversas também não resolveram; rezas fortes de pretos velhos também não; exorcismo do Padre Sérgio também não adiantou; oração fervorosa da Mãe menininha do Cantuá também não; veneno importado do Paraguai também não; enfim, os legítimos corpinhos de sangue universal que são os pernilongos, deixaram o velho mais louco do que já era. Foi aí que ele encheu os pernilongos de tiros e, misteriosamente, eles escaparam. Internei o velho num sanatório e, três dias depois, bem na hora da sopa, o velho fugiu de lá. Voltou para a sua casa e botou fogo em tudo, até nele mesmo. Que Deus tenha piedade deste velho e o Diabo dos pernilongos.

Certo dia peguei um ônibus circular em São Paulo e fiquei observando uma velhinha aparentemente simpática, sentada num dos bancos, tirando a tradicional meleca do nariz, fazendo dela bolinha com o auxílio dos seus dedos e, pior: discretamente, (achando ela que não estava sendo observada) engolia a bolinha. Fiquei pensando: Será que é raiva daquele incômodo em suas narinas? Seriam vermes que adoram algo diferente? Sabe-se lá.



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COISAS QUE METEM MEDO



Imagine você com sua família dentro de um ônibus de viagem, de Curitiba com destino a Santos, litoral de São Paulo. É noite e, o horário previsto de chegada é pelas 7 horas da manhã. Só que o ônibus não chega, porque o motorista do ônibus tem um ataque fulminante e um terrível acidente acontece. Seu filhinho caçula de cinco anos fica sem cabeça; sua filha de dez anos perde os braços e as pernas; sua esposa perde a face; sua sogra leva só uns arranhões e, felizmente sobrevive; você quebra a espinha e fica paraplégico; o restante dos passageiros morre e, analisando bem, você também, isto é: morre em vida. Vai passar o resto da sua vida numa cadeira de rodas aos cuidados da sua sogra que tanto lhe estima. Ela é quem vai te dar papá, trocar suas fraldas e nanar você para dormir. É claro que isso é difícil de acontecer, porém, pode acontecer. São coisas que metem medo.
Imagine você num leito de hospital. A enfermeira distraída, apressada para deixar o trabalho porque não quer perder a novela das nove, aplica em suas veias uma injeção que era pra ser intramuscular e, minutos depois você sente o legítimo samba e pagode fazendo festa em seu coração. Você espuma pela boca e nariz e, parece que a sua hora chegou. Você morre agonizando. É claro que isso é difícil de acontecer, porém, pode acontecer. São coisas que metem medo.

Imagine você ser atingido por um raio; ou então, estourar uma veia, aquela bem fininha em seu cérebro; ou então, comer uma carne de porco mal cozida e o verme daquele animal fazer morada em seu cérebro, comendo-o aos poucos; ou então, você esqueceu-se de guardar o queijo na geladeira e, o rato o encontrou, provou um pedaço e não gostou e, por sacanagem, urinou sobre o queijo. Você sem saber, come aquele queijo pela manhã. Xii! Você contrai a Leptospirose, uma doença infecciosa causada por uma bactéria Leptospira presente na urina do rato. Você tem muita febre, forte dores de cabeça e, lamentavelmente, não resiste: Morre agonizando. É claro que isso é difícil de acontecer, porém, pode acontecer. São coisas que metem medo.



Imagine você calçar um sapato, sem saber que dentro dele tem um escorpião ou uma aranha caranguejeira ou marrom; ou então, na hora do banho seu chuveiro com fios e tudo cai sobre sua cabeça numa terrível descarga elétrica. Você morre eletrocutado. É claro que isso é difícil de acontecer, porém, pode acontecer. São coisas que metem medo.

Imagine você perder a visão e a audição para sempre. Que prazer terá em viver? Ou então, sofrer um AVC (acidente vasculhar cerebral) e ficar inválido pelo resto da vida. Dentro da gente sempre tem problemas, embora não saibamos. De repente, o coração pode parar de bater por causa do excesso da gordura ou outras coisas. Uma água que tomamos pode estar envenenada. Um sujeito mal, revoltado com seu trabalho, com a vida que leva, pode envenenar os enlatados, na indústria onde trabalha e, pode ser sua última refeição, amigo. É claro que isso é difícil de acontecer, porém, pode acontecer. São coisas que metem medo.
Todo mundo tem um pouco de louco. De repente, você está dormindo com sua linda mulher e, ela tem um terrível sonho: sonha que você está a traindo com outra mulher ou com outro homem, não importa. O sonho parece ser tão real que ela acorda de madrugada, pega uma faca bem afiada na pia da cozinha, volta para o quarto e decepa seu pênis. Você sangra muito. Não tem forças nem para respirar de tanta dor e, ela, movida por pura raiva acaba de executá-lo. Retalha todo o seu corpo, fazendo dele picadinhos. É claro que isso é difícil de acontecer, porém, pode acontecer. São coisas que metem medo.



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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

COISAS QUE ACONTECEM

Um rapaz simpático, magro feito uma cana-de-açúcar que não tem nádegas ou bunda, se preferir, entrou num ônibus circular em São Paulo e, duas lindas mocinhas, (uns pêssegos) sentadas no banco traseiro dele não paravam de rir. No que o magro, a estaca olha para trás, mas, as mocinhas riem. O pobre rapaz, fino feito uma tripa, um bambu, uma ripa, sentiu-se como Tarzan depois da gripe e da febre amarela achando que elas estavam o paquerando.
 Uma das mocinhas pede ao magrinho, com gentileza, que este feche a janela de seu assento, pois o vento estava incomodando ela. O magro, tão fino feito um ossinho de frango tenta fechar a janela e sofre chegando a suar frio. Fica vermelho feito um morango maduro e, até faz careta de tanta força que faz para fechar aquela janela. Nisso, o inevitável acontece: um peido agudo, daqueles com eco escapa de seu ventre e, as mocinhas quase morrem de tanto rirem. Lamentavelmente, o riso das “Nicinhas” se converte em lágrimas, pois, o magrinho teve uma parada cardíaca e caiu duro no chão daquele ônibus circular. Fazer o que? Culpar as mocinhas? É força demais para um coração magro. São coisas que acontecem.
Em Curitiba, capital do Paraná, um gordo, semelhante a uma bola, entra num restaurante popular para provar a comida do Buffet livre R$ 1.99. Meia hora depois, a dona daquele restaurante convida o gordo para pagar a conta e também sair. Indignado, o gordo sai, mas, minutos depois volta com a polícia. A dona do restaurante, bastante zangada conta para os policiais:
- Tudo bem. Não faço propaganda enganosa, o Buffet é livre, porém, também não quero e nem posso ficar no prejuízo. Este senhor, além de repetir seis vezes o prato, encheu estas duas sacolas que tem em mãos, de comida. Desse jeito, eu fico falida.
O gordo fica tão envergonhado que abre um berreiro e chora alto feito um bebê. Os policiais comovidos exige que a dona daquele restaurante lhe sirva a sobremesa. Fazer o que? Lágrimas comovem e garanto que todo bebê sabe disso. Com lágrimas, o bebê ganha muita coisa. Pelo visto, o gordo também. São coisas que acontecem.

Em Teresina, capital do Piauí, um homem tão feio feito um virado vomitado de urubu, sai apavorado às ruas da cidade e agarra lindas mocinhas, alegando-as que precisavam desesperadamente ser amado. A população, vendo aqueles gestos feios do feio e a aflição daquelas mocinhas, fica revoltada e espanca aquele feio feito um reto velho cheio de bichinhos e hemorroida até mata-lo. Coitado do homem, gente! Morreu sem ser amado. Fazer o que? Certas misturas de genes não dão certas nem com reza brava. São coisas que acontecem.
Em Joinville, interior de Santa Catarina, um cachorro entra num supermercado e faz uma grande compra enchendo o carrinho. As pessoas, em especial as mulheres sorriem para aquele cachorro, por sinal, muito bonito e bastante simpático. No que aquele cachorro sai do supermercado com toda aquela sacholada, leva uma cabaçada de Aparecida, a sua mulher.
- Seu cachorro! Vai levar esta compra para aquela cadela da sua amante?
Fazer o que? Aparecida apareceu e, no momento certo. De repente, aquele homem, chamado de cachorro por sua mulher ia levar aquela compra que fizera para um orfanato ou um asilo. Vai saber. Apanhou e apanhou feio. São coisas que acontecem.
Em Joinville, interior de Santa Catarina, um cachorro entra num supermercado e faz uma grande compra enchendo o carrinho. As pessoas, em especial as mulheres sorriem para aquele cachorro, por sinal, muito bonito e bastante simpático. No que aquele cachorro sai do supermercado com toda aquela sacholada, leva uma cabaçada de Aparecida, a sua mulher.
- Seu cachorro! Vai levar esta compra para aquela cadela da sua amante?
Fazer o que? Aparecida apareceu e, no momento certo. De repente, aquele homem, chamado de cachorro por sua mulher ia levar aquela compra que fizera para um orfanato ou um asilo. Vai saber. Apanhou e apanhou feio. São coisas que acontecem.

Em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, uma mulher desconfiada com seu novo marido por causa do filho manso e querido que tinha em casa, recheou o pote de vaselina com aquela colinha que cola tudo. Na realidade, a vaselina foi substituída pela colinha. Quando a mulher chega do trabalho, cansada, com aquela cara de sofrida se depara com uma cena horrível: Vê seu homem colado com o seu filho. Como se não bastante, o filho manso e querido implora à mãe:
- Mamãe, eu posso explicar. Não brigue com o Jujú.

Fazer o que? Será que realmente para tudo tem uma explicação? São coisas que acontecem.





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COISAS NATURAIS, DESAGRADÁVEIS QUE PODEM SER EVITADAS


Um casal de namorados apaixonado, sem dúvida, é maravilhoso de apreciar. Ele simpático, bonito feito galã da Globo; ela tão linda e gostosa como uma uva. Entre beijos e abraços pelas ruas da cidade, decidem trocar carícias numa sessão vale tudo, num hotel. Até então, tudo é belo como o azul e o amarelo. Fazem amor e, na sequência, comem uma pizza de camarão recheada com fatias de ovos cozidos. Aí complica. O banheiro é dentro do quarto e, a linda mocinha precisa urgentemente usá-lo. Enquanto isso, o rapaz, peladão na cama fica pensando “como o amor é lindo”, até que ele ouve uma rajada de peidos multiplicativos trazendo fezes líquidas de sua amada. É natural, porém, desagradável, mas, pode ser evitada. O banheiro, gente, é algo extremamente íntimo e privado. Não sei por que razão, o homem, na regra geral, resolveu implantá-lo próximo a cozinha, onde o strogonoff da Wilma é preparado. Banheiro dentro do quarto também é horrível. Quando se está sozinho, tudo bem. A parede não tem ouvidos e os fantasmas não tem ouvidos. De repente, o sujeito está com a namorada no quarto, tomando umas latinhas de cerveja e, é evidente, que ele vai precisar urinar, porque, para quem não sabe, a cerveja é diurética. Nestas horas, possivelmente, é quase certo, que o sujeito vai soltar um peido e, isso, apesar de natural, é horrível. Evite isso.
O estado gripal de uma pessoa é horrível, eu sei disso, porém, mais horrível ainda é quando a pessoa fica fungando ou puxando o ranho alojado em suas narinas, engolindo-os. Que porquice! Solte seus catarros acumulados em seus pulmões, escarrando-os, mas, não faça isso em lugares públicos porque é feio e, digo mais: é horrível. Soe seu nariz e jamais tire ranho dentro dele com os dedos como fazem os porcos. Está gripado? Isso é natural. Vá curar a sua gripe antes que ela vire uma tuberculose.

É natural quando se está comendo uma refeição, principalmente carne, o acúmulo de alimentos pequeninos entre os vãos dos dentes. Acho feia a pessoa palitar os dentes em público. Tem alguns que até cospem aqueles fiapinhos de carne num super cuspe. Seja higiênico. Após as refeições, de preferência, escove seus dentes. Palitos e fios-dentais ajudam bastante a tirar a nojeira que ficaram entre os dentes, porém, não faça isso em público porque é ridículo. É horrível.


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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

A CONVERSÃO DO DIABO


“Seria muito bom, seria muito legal, se cantor ou compositor pudesse ser ator, ou jogador de futebol. Nem tudo pode ser perfeito, nem tudo pode ser bacana...” É o que diz o grande sambista brasileiro Benito Di Paula e, concordo plenamente com ele.
Que o mundo jaz no maligno eu até que concordo, porém, até quando? Sabemos que existe o mau, porque, evidentemente conhecemos o bem. Sempre foi assim desde o princípio da criação. A vida sem antônimos seria destemperada. Desde um livro que se lê, uma música que se ouve tem que haver uma história para se ter sentido, nexo. Imaginar um céu de luz cheio de glórias e glórias, totalmente perfeito é muito para qualquer mente.
Um dia, no Reino Celestial, Deus criou um anjo e lhe deu o nome de Lúcifer que significa: Cheio de Luz. Este anjo era santo, pois, era obediente a seu Criador. Com o passar do tempo ele foi promovido e recebeu o nobre título de querubim; cuja função era guardar a porta do santuário onde está o trono de Deus. Além de ser um anjo querido, Lúcifer também tinha a confiança de todos no Reino Celestial. Um dia ele se destacou entre os seus irmãos e foi consagrado por Deus como: Ministro do louvor celestial. Ele regeria então, a partir daí, o maior coral de anjos existente no céu. Para juntos, adorarem o único Deus, digno de todo louvor e adoração. Sua fama se espalhou por todo o Reino Celestial. Assim, o nome de Lúcifer fora cada vez mais engrandecido pela sua forma de obedecer e servir a Deus, o seu Criador.
Uma única pergunta: Por que Deus criou o mal? Em Isaías 45: 7 Deus diz: “Eu formo a luz e crio as trevas; faço a paz e crio o mal; eu, o Senhor, faço todas estas coisas”.
Quando Adão, o primeiro homem as raça humana, pecou, seus olhos se abriram para o conhecimento daquilo que é bom e daquilo que é mal. Eu pergunto: se Adão não pecasse, que história haveria de ser contada às gerações? Nenhuma. Só de alegria não vive uma família. Até mesmo os loucos vivem de antônimos porque riem e também choram.


(Não percam a sequência desta fabulosa história)

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

A FOFOCA


A fofoca é a narração de um fato, em segredo, fazendo uso da astúcia e muitas vezes da maledicência. É um procedimento ardiloso. Poderíamos pensar em cilada, armadilha, traição, embuste, procedimento ardiloso. Alguém tecendo uma rede para complicar, confundir o outro. É importante também pensar no processo repetitivo, no qual se repete a informação, dando-lhe uma ênfase especial.
Cito a história de Bela, uma mulher que adorava uma janela. Cuidava dos seus vizinhos com seus olhos sempre abertos. Ficava atenta a qualquer comentário e, Ramalho (seu esposo) quando chegava do trabalho, cansado, para não magoar a esposa, ouvia suas fofocas.
- Você nem imagina o tipo de serpente que é o nosso vizinho Zé Vicente. Ouvi atentamente ele dizer pra dona Guiné, sua mulher, que ele tem um caso com o Mazo, aquele filho do velho Matarazzo. E sabe o que dona Guiné lhe respondeu? Isso é problema seu. A Lourdinha, a caçulinha deles não tem nada de santa também. Está prenha, esperando neném e, sabe de quem? Do Chico Pedreiro, aquele maconheiro. Tá escrita em suas testas: essa gente não presta. E o Luizinho, aquele mocinho bonitinho, filho desse casal do Diabo? É um tremendo de um veado. Veja! Veja! Não vão à igreja e por isso fazem tudo de errado. São todos encapetados.
E Bela emendava uma fofoca em outra, enquanto Ramalho jantava.
- E a Simone, filha da dona Ivone? Está usando silicone. Escutei da boca da dona Sirlei, a viúva do velho Sidney. Ah! Lembra-se da Vitória? A Dória me contou uma história dizendo que ela perdeu a memória. Coitada! As filhas dela também não valem nada. A Ana é uma tremenda pé-de-cana; a Rosa é muito mentirosa; a Terezinha, uma galinha; a Leila é muito fofoqueira; enfim, quem prestava ali era o Serafim, Coitado chegou ao fim. Morreu brigando com o Irineu. Ah! O Ajinomoto, o japonês tonto, só vive cuidando da vida dos outros. E a dona Madalena tá me dando problema. Não passa de uma costureira relaxada. Que palhaçada! Veja isso. Olha o que esta imundície fez de serviço no meu vestido. Não vou pagar esta costura pra essa filha da mãe. Parece que bebe. Lembra-se do Tadeu? O filho do Romeu, irmão do Rosineu, aquele que conserta pneu. Ele morreu. Pois é Ramalho, tá tudo virado no alho. Morre gente pra caramba. E a Soraia do samba? Aquela lá é uma anta, não adianta. Gorda daquele jeito empurra a vida com os peitos. Balança, balança e acha que ainda samba.
E Ramalho após jantar toma seu cafezinho e Bela não para de fofocar.
- Ah! E a Nair, quer me agredir. Ela e sua filha Lair. Que maldade! Só porque eu falei a verdade. Falei que o marido dela, o Zé Roela nasceu na favela. Essa gente tem que aprender a ser feliz igual o Luís. Está certo que o Luís tem alguns defeitos, mas, afinal, ninguém é perfeito. Ai! Deu-me agora uma dor no peito. Se for prisão de ventre vou soltar uns peidos. Ai Ramalho! Acho que é o coração. Liga pro compadre Wagner e diga que estou tendo um enfarte.

Que final triste teve Bela: morreu infartada. Quer saber? Ramalho achou foi bom. Bela falava demais e, gente que fala demais tem é mais que sair de circulação mesmo.



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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

IDEIAS DE JERICO (6)


Vamos admitir que Jerico, sem dúvida é um homem inteligente. É procurado por muitos do mundo inteiro devido à criatividade de suas ideias que, convenhamos: algumas costumam dar bons resultados.
Certa manhã, Jerico recebeu em sua imensa casa, um homem aparentemente preocupado. Confessou a Jerico o problema que lhe afligia:
- Senhor, confesso sim que sou casado com uma linda mulher tão rica capaz de esmagar Madonna, Xuxa e todo diabo louro com o dedão do seu pé, porém, eu não amo ela. Meu negócio é outro, entende?
Jerico fica observando aquele homem que não parava de cruzar e descruzar as pernas. E o homem continua seu desabafo:
- Primeiramente, a mocréia da minha mulher linda feita uma girafa alemã nenê, não tira seus óculos escuros pra nada. É como se aqueles malditos óculos estivessem colados sobre seus olhos. Isso me irrita. Faço caretas, tiro meleca do nariz e engulo para ver se ela se enoja de mim, mas, não tem jeito: ela me adora ainda mais e quase me afoga com seus beijos ardentes. Em nossa cama solto peidos bem fedidos daqueles de sabor repolho com ovos cozidos e juro que mato até os mosquitinhos e ela não fala nada. Caramba! Chupo até balas de alho e cebola pra ficar com aquele hálito de bafo, mas, não tem jeito. Essa praga me ama demais e isso me irrita.
Jerico sorri diabolicamente e diz para aquele homem:

- Primeiramente, seu minhocão São João, sua mulher é cega, pois, se ela fosse capaz de te enxergar ganharia da avestruz na corrida, porque tu és feio feito o escroto suado e suculento do demônio do inferno; em segundo lugar, ela não tem paladar e muito menos olfato, porque tua catinga é tão forte que é capaz de causar náusea a uma grávida abutre.

- Nossa! Assim o senhor me ofende.
Jerico prossegue:
- Se teu negócio é outro revele a ela que existe uma franga dentro de você. Solte a franga, pinto brocha. Gema nos ouvidos dela porque surda ela não é. Diga a ela que o barato da barata quer te pegar na liquidação total.
E aquele homem satisfeito com a ideia de Jerico da ao mesmo um bom dinheiro e vai para a sua casa. E na cama, aquele homem faz exatamente o que Jerico lhe sugeriu que fizesse.

 O que?! Aquele homem não esperava por isso. Quando ele revelou nos ouvidos da mulher que existia uma franga dentro dele; que era um pinto brocha e que o barato da barata queria pegá-lo na liquidação total; aquela mulher que não era mulher mostra a ele o tamanho da sua arte, talento e consolo. E assim, foram felizes para sempre. O amor não é lindo?


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HIPERTENSÃO


Hipertensão é uma doença crônica determinada por elevados níveis de pressão sanguínea nas artérias, o que faz com que o coração tenha que exercer um esforço maior do que o normal para fazer circular o sangue através dos vasos sanguíneos.
Muita gente não sabe, mas, um dos maiores contribuintes, (se não, o maior) para elevar a pressão de uma pessoa é o cachorro. Um animal estúpido, estressado, raivoso por natureza, que é idolatrado e querido por raças do mundo inteiro, inclusive pelo Brasil, onde este animal parece ter mais admiradores.
Está certo que este animal quadrúpede é irracional como o gato, o cavalo e outros animais, porém, é de natureza estúpida e deveria ser lançado na selva para aprender com os felinos o que significa a real bravura.
O cachorro é um bicho tão insuportável que não tem um sono tranquilo. O bicho se incomoda com qualquer espécie de barulho e só mesmo um animal tão insuportável feito ele é capaz de entendê-lo.
Uma pessoa inteligente vai notar que os latidos desse bicho são de pura raiva, de puro ódio. Dizer que esta praga é o melhor amigo do homem é o mesmo que chamar Deus de cachorro.
Os defensores destes estúpidos cães estão em toda a parte da terra. São exaltados até mesmo em programas de televisão. A poluição sonora é demais e, parece que “noventa por cento” dos moradores de bairros e vilas tem um cachorro ou mais em suas casas. Fico me perguntando se realmente o Diabo, o maioral do inferno, gosta realmente de tanto barulho.
Se um camarada sair às ruas e fizer uma pesquisa perguntando se fulano gosta mais de cachorro ou gato, lamentavelmente, o gato vai perder e, feio. Isso só prova como o homem, na regra geral, é tão estúpido e insensível como o cão.
Eu aprecio e gosto de muitos bichos que o Autor da Vida criou, porém, o cachorro, jamais poderá existir no suposto jardim paradisíaco que as Escrituras Sagradas revelam por promessa.
O cachorro é um bicho que quando está abandonado, virando latas pelas ruas das cidades, costuma ser humilde, abanando o seu rabo, mostrando irracionalmente (interessante) que está carente de amor. Quando o estúpido homem abriga esta natureza diabólica em sua casa, aquele que antes era um cachorrinho dócil se transforma num monstro, querendo provar sua valentia animal.
Esse papo de dizer que é bom ter um cachorro em casa por causa do ladrão, está mais do que furado. Dizer que este bicho protege sua casa é mentira. Esta, (literalmente), praga é de natureza maligna. Acordem.
Infelizmente, e sei que, o mundo vai dizer amém, eu não tenho a autoridade de rei ou de presidente ditador em mãos, pois, caso eu tivesse, faria uma limpeza geral desses cães e os levaria para a selva, porque eu amo a natureza.

Quer proteger a sua casa, quando seu maridinho for para o trabalho, docinho de abóbora? Adote um gorila ou então uma cobra, de preferência daquelas bem grandes e grossas. Ou então, continue com o teu cão, mas, prove que você tem muito mais valores do que uma cadela. Eduque seu animal, sua inútil.















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DESPEDIDA DE SOLTEIRO

O que mais falta o homem inventar? Deu até o nome de CU para o símbolo do metal. Inventou esta tal Despedida de Solteiro porque existe uma franga dentro dele. Só pode.
Robin Clér, segundo as meninas era gostoso feito uma cereja. Cherry. Sua beleza era linda demais. O boneco recebia cartas até das gatíssimas Brook Shields, Demi Moore, Madonna e, resolveu ficar com Alda. Sábios do mundo inteiro afirmam que Alda devia ser muito linda por dentro.
 Robin Clér topou se casar com Alda na seguinte condição: Ele iria farrear por três dias e três noites com seus amigos numa despedida de solteiro. Alda iria negar, nega? Robin Clér tinha mais dinheiro que Pelé (o rei) e o falecido Elvis.
Foram três dias e três noites de muita farra e, depois disso, Robin Clér voltou e, assumiu o seu papel de homem: se casou com Alda e, só para lembrar: o amor é lindo.
O que teria acontecido com o bebê de Baby Jane? Esta é outra história, se bem que Baby Jane, era a mãe de Robin Clér que já não era mais um bebê.
Robin Clér nunca comeu pimenta, mas, sua goiaba parecia estar bichada. Seu reto parecia não estar correto. Algo queimava lá dentro e aquela sensação era terrível demais para ele suportar.
Alda que antes era uma favelada, pobre feita à sarna de uma cadela desamparada, agora estava podendo. Contratou um dos maiores urologistas do mundo, um negrão que veio do Japão para vir em sua casa examinar o reto encurvado de seu marido Robin Clér. Aquilo ali parecia um purgatório. Nem mesmo a pomada do peixe boy aliviava mais aquela terrível queimação.

O urologista negrão que veio do Japão mexeu tanto naquele reto, que o mesmo acabou ficando torto e totalmente aberto. Após sérios exames, a notícia inesperada:
- Madame Alda, seu esposo está com o vírus H.I.V. Literalmente, AIDS.
Alda gemeu e chorou no colo do negrão que veio do Japão por longos e longos dias. Robin Clér morreu e, Alda participou da despedida de casada. Toda a fortuna de Robin Clér agora era dela. Ela e o negrão que veio do Japão foram dar uma volta ao mundo e se casaram na Etiópia. Foram felizes para sempre. O amor não é lindo?



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domingo, 1 de dezembro de 2013

O LOBO E O GATO


Era uma vez um lobo tão selvagem que muitos bichos da selva os temiam. Um animal que dormia de olhos abertos, com seus ouvidos bem afinados. Arisco, não confiava nem em sua fêmea, muito menos em sua sogra. Caçador de primeira pegava até uma família de avestruz na corrida, caso quisesse.



Na selva havia também um gato, por sinal, solitário e também muito esperto. Desconfiado como é sua natureza felina, ele queria distância daquele terrível lobo.
O lobo, muito orgulhoso de sua fama de mau e temível, não queria admitir, mas, não era assim tão esperto feito aquele gato. Ele queria aprender como é que um bichano feito aquele gato pulava para a direita, para a esquerda e, caso caísse, sempre caía de pé. Foi aí que este lobo malvado simulou um olhar carregado de amor para com o gato, querendo conquistar a sua amizade, na intenção de devorá-lo. Aproximou-se do gato que já estava pronto para pular e disse-lhe:
- Olá gato! Não tenha medo de mim porque eu te admiro demais. Quero ser para você muito mais do que um amigo. Creia em mim. Ensinarei-te todos os meus truques e garanto que você será tão temido quanto eu.
O gato desconfiado, nem piscava seus olhos e o lobo continuou a falar:
- Só queria, querido e amado gato, que você me ensinasse esses teus truques tipo: pular para a esquerda e para a direita, para cima, para baixo e sempre cair de pé.
O gato muito esperto disse para o lobo:
- Primeiro me ensine suas manhas, seus truques, depois lhe ensinarei como é que se pula como um gato.
Parecia uma amizade irmã daquele lobo e daquele gato. Andavam juntos na selva e muitos bichos os temiam. Um era o mestre de outro. O lobo achando que já havia aprendido tudo do gato, pula para a esquerda, para a direita, para cima, para baixo e, sempre cair de pé, preparou um plano diabólico. “Pegarei este maldito gato no pulo e vou devorá-lo”.
O gato, que antes só caçava ratos, agora, graças aquele lobo, aprendeu a caçar até raposas. Não sabia que aquele lobo malvado queria mais era devorá-lo. Será que não sabia?
Sucedeu que um dia, o lobo e o gato saíram para uma caça na selva e, de repente, o lobo malvado mostrou ao gato seus dentes caninos:
- Vou devorá-lo, seu gato otário.
O gato deu um pulo tão alto para trás que foi parar no último galho de uma árvore. O lobo ficou furioso:
- Peraí, seu gato pilantra! Não me ensinou como é que se pula para trás.
O gato dá um sorriso cínico para o lobo e diz:
- Também não lhe ensinei como é que se sobe em árvores, seu lobo estúpido, traíra e malvado. Você é traidor e, jamais terá a astúcia e malícia de nós gatos. Na cidade, nos bairros e vilas somos domésticos, mas, trabalhamos vinte e quatro horas protegendo nossos donos e suas crianças dos ratos, escorpiões, aranhas e qualquer espécie de insetos que causa doença e até a morte para as famílias. Só não conseguimos eliminar o homem invasor, que vem até nós como cordeirinho, mas, que por dentro é exatamente idêntico a você: um lobo devorador. Adeus, lobo. Sua hora já chegou. Pule para trás agora, se é que é capaz, porque à tua direita vem uma onça, à tua esquerda uma pantera grávida e à tua frente um leão. Todos estão famintos. Eu posso ficar muito tempo em cima dessa árvore porque tenho sete vidas, e você? Se vire nos trinta. 
Os felinos devoraram o lobo mau e, por generosidade, deixaram ainda uns ossinhos para o amigo gato. Resumo: Nesta vida, temos que ser semelhantes ao gato. Sempre estar preparados com certos tipos que vem até nós como cordeirinhos, mas, que por dentro, são exatamente iguais um lobo malvado e traidor.













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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

O HOMEM MAIS CARIDOSO DO MUNDO


Genival, sem dúvida, foi o homem mais caridoso que conheci em toda a minha vida. Um sertanejo que, por mérito, ficou rico graças a seu trabalho de servente pedreiro e, também por ganhar sozinho o prêmio da mega sena acumulado.
Podem reparar: quando um pobre do tipo cheirando a peidos fica rico, geralmente, fica nojento. O sujeito antes que era assim tão humilde feito um chinelo ou uma conga; que arrotava em silêncio por respeitar os surdos, agora virou num sujeito insuportável, arrogante que acha que tudo sabe e que tudo pode.
Com Genival, tudo foi diferente. Se ele já era bom, sua bondade por pouco não ultrapassou o sétimo céu onde mora Deus.

Pensem num homem bom. Aquele da fala mansa, vagarosa, carinhosa. Um homem que paga um táxi para atravessar uma velhinha no cruzamento das avenidas; que, por misericórdia, ajuda os cegos, surdos e aleijados do mundo inteiro. Aquele homem que quando olha para um cãozinho de rua virando latas de lixo a procura de comida e, o pega e leva-o para uma churrascaria para comer um espeto corrido com direito a Coca-Cola e sobremesa. Grande Genival.
Genival casou com uma linda mulher. Genilda filha de sertanejos alagoanos nasceu na Alemanha, país de primeiro mundo. Lá, a galegada a chamava de Frida e, ela se sentia nos céus, Cidadã alemã, te mete.
Genival e Frida moravam numa das maiores fazendas da Europa, na Alemanha.

Sucedeu que, um dia, Abelardo (não o Barbosa), amigo de infância de Genival apareceu por lá. Abelardo veio do Brasil, não sabe como e, queria rever o amigo Genival.
O que?! Quando Genival viu o estado lastimável do amigo Abelardo deu-lhe um abraço prolongado que durou, no mínimo uns quarenta minutos e, só rolava lágrimas dos olhos de ambos. Que amizade linda! Frida chega de repente e, solta um peido e, finalmente, os amigos conversam.
- Que saudades de você, meu amigo irmão Abelardo, enviado por Deus em minhas terras.
Abelardo meio tímido revela o motivo de estar ali.
- Estou carente de tudo, meu amado Genival. Literalmente, estou quebrado e fodido.
Genival aperta bem forte as mãos do amigo Abelardo e diz:
- Eu sou a solução para todos os seus problemas amigo irmão. Vou tirá-lo dessa perrenga de vida que tu levas, agora. Venha comigo.
Genival leva Abelardo para dentro do casarão e o hospeda numa das maiores suítes.
- Tem até freezer nesta suíte amigo. Tudo o que está aqui é teu. Abra as portas daquele guarda-roupas.
Abelardo abre uma das portas do imenso guarda-roupas e fica bobo, que até baba e chora. Tinha até sobretudo dentro dele. E voltam a se abraçar e chorar por uns quarenta minutos até aparecer Frida soltando um peido. E eles voltam a conversar.
- Na verdade, amado Genival, estou muito endividado no Brasil. Devo até um litro de conhaque alcatrão pro Lula e uma Sidra pra Dilma.
Genival sorri.
- Isso é muito pouco, amigo irmão.
- Meu aluguel de “duzentão” está atrasado há três meses.
Genival sorri.
- Isso é muito pouco, amigo irmão.
- Estou usando uma cueca há seis meses e, não posso lavá-la porque não consigo comprar outra; doido pra tomar um café alemão, mas, que seja preto.
Genival manda Frida preparar um café alemão, porém preto. Eles se abraçam e choram até que Frida aparece com o café na bandeja e solta mais um peido.
- Pois é, meu amigo irmão Abelardo, quanto é que tu precisas de dinheiro ao todo para saldar tuas dívidas?
- Creio que uns dois mil reais, dá.
Genival da um sorriso amoroso para o amigo Abelardo e diz:
- Lhe darei “dois milhões de reais” fora a tua passagem de ida e volta: Alemanha e Brasil, Brasil e Alemanha. Mas, tu prometes que volta?
Vichi! Quem desta vez solta um peido de pura emoção é Abelardo.
- É claro que eu volto, meu amado, mas, eu não queria lhe incomodar e...
Genival sorri sonolento feito um maluco chapado de maconha e diz:
- Incomodar? Jamais, meu amigo irmão. Caso não queiras morar aqui mais eu e minha mulher Frida, lhe darei uma fazenda com um castelo aqui próximo.
Abelardo se coça todo e não consegue tirar seus olhos maliciosos das pernas de Frida. Genival pergunta:
- Quer mais alguma coisa, amigo irmão?
Abelardo sabendo que tudo o que pedisse ao amigo Genival ganharia, então, foi direto.
- Eu queria passar só uma noite com tua mulher Frida para tirar meu estresse, sabe? Relaxar um pouco, entende?
Genival da um sorriso misericordioso e, calmamente tira de seu bolso um revólver de calibre 38 e dispara seis tiros certeiros na cabeça do ex-amigo irmão Abelardo.
- Frida?! Frida é minha, seu louco. Vá pro inferno que teu caixão e enterro são por minha conta, abutre.
Que final trágico teve Abelardo! Pois é, com isso, chegamos à conclusão de que caridade também tem limites, não é?



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